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Programa Amigos da Floresta da Bracell reduz em mais de 75% incêndios florestais em áreas monitoradas

Foto: Acervo Bracell

Sucesso da iniciativa, que abrange 44 municípios baianos, dá-se por meio da parceria com as comunidades, do poder público e do uso de tecnologia para o monitoramento de focos de fogo

A atuação integrada entre comunidades locais, poder público e o uso de tecnologias avançadas tem sido decisiva para a prevenção e o combate aos incêndios florestais nas áreas monitoradas pela Bracell na Bahia. Por meio da brigada de incêndio, criada em 2016, e do Programa Amigos da Floresta, lançado no ano seguinte, a empresa consolidou um modelo de gestão que alia educação ambiental, engajamento social e inteligência operacional — com o uso de drones termais, câmeras térmicas e termo-higroanemômetro —, resultando em uma redução expressiva, superior a 75%, nas ocorrências de queimadas e nos impactos ambientais ao longo dos últimos anos.

A iniciativa abrange cerca de 44 municípios localizados no Litoral Norte, Agreste e Recôncavo baiano, totalizando aproximadamente 230 mil hectares, com 100% da área monitorada por sistemas de segurança patrimonial e prevenção ambiental da Bracell. O trabalho preventivo é focado em três pilares: parceria com o poder público para capacitação e fortalecimento das forças de segurança locais, uso de tecnologia na prevenção de incêndios e ação educativa de conscientização das comunidades. 

Os resultados dessa estratégia integrada refletem-se nos indicadores ambientais. Entre 2017 e 2025, a média anual de áreas atingidas por incêndios reduziu cerca de 75,5% em relação a antes da criação da brigada florestal da empresa e consolidação do Programa Amigos da Floresta. 

O coordenador de Segurança Patrimonial da Bracell na Bahia, Sergio Marcio Souza, explica que esse desempenho expressivo está diretamente relacionado ao engajamento das comunidades, à atuação preventiva contínua e ao uso de tecnologias de monitoramento e detecção precoce, que permitem respostas mais rápidas e seguras. “O modelo adotado pela Bracell reforça a importância da corresponsabilização social na proteção ambiental e consolida o Programa Amigos da Floresta como uma referência na prevenção de incêndios florestais”, informa.

Educação ambiental 

As ações contínuas nas comunidades compartilham informações sobre riscos de incêndios, práticas seguras, a importância das florestas e as consequências humanitárias provocadas pelo fogo. Com essa conscientização, o Amigos da Floresta fortalece ainda a vigilância comunitária, incentivando a comunicação precoce de riscos e focos de incêndio por meio do número de emergência da empresa (0800 284 4747) ou pelo WhatsApp (75) 99874-6095, além de estimular o diálogo permanente com as comunidades por meio do Comitê Comunitário de Segurança Florestal.

Tecnologia como aliada 

Em cenários climáticos cada vez mais extremos, como o fenômeno do “triplo 30” — caracterizado pela combinação de umidade relativa do ar abaixo de 30%, temperaturas acima de 30 °C e ventos superiores a 30 km/h —, o uso de tecnologias avançadas aliado à inteligência operacional torna-se decisivo para aumentar a eficácia, a segurança e a antecipação no enfrentamento dos incêndios florestais.

Josemar Santos, supervisor de Segurança Patrimonial da Bracell Bahia, pontua que, diante desse cenário, “o uso de ferramentas como drones e câmeras térmicas, adotadas pela empresa, permite a detecção precoce de focos de calor, o mapeamento de frentes de fogo e o direcionamento tático das equipes, reduzindo o tempo de resposta e os riscos de reignição”.

Ele destaca ainda que a Bracell utiliza o termo-higroanemômetro para auxiliar no monitoramento, fornecendo dados ambientais em tempo real que subsidiam decisões críticas para o combate e a segurança das equipes. “A integração dessas tecnologias com dados meteorológicos e históricos de ocorrências transforma o monitoramento em um elemento estratégico central da gestão moderna de incêndios florestais”, salienta.

Parceria público-privada 

Além da comunicação direta com a população, a brigada e o programa investem no fortalecimento das estruturas locais de resposta. Em parceria com o Governo do Estado, a Bracell apoiou capacitações estratégicas para forças de segurança, disponibilizando instrutores para a formação de 130 militares do Corpo de Bombeiros da Bahia no curso de busca e resgate em estruturas colapsadas, além de contribuir com a capacitação de 80 bombeiros no curso de progressão e resgate em cânions.

A empresa também participou da formação de 60 militares do Exército Brasileiro como brigadistas florestais e da integração com brigadas voluntárias locais, ampliando a capilaridade das ações de combate a incêndios.

“A parceria possibilita a padronização de procedimentos, a ampliação do uso de tecnologias no combate aos incêndios, a qualificação de brigadas voluntárias e institucionais e o fortalecimento da capacidade de resposta local, especialmente em áreas críticas como a Chapada Diamantina. O apoio inclui treinamentos, doação de equipamentos, disponibilização de instrutores para capacitações, viaturas e efetivo especializado, o que contribui para maior segurança, eficiência e agilidade na contenção dos incêndios. Esse acordo de cooperação técnica público-privada com o governo da Bahia amplia a efetividade das ações, reduz impactos ambientais e sociais e consolida a Bracell como parceira estratégica do Estado na proteção ambiental e na gestão de emergências”, acrescenta Sergio Marcio Souza.

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Mercado Feed & Food: Fenagra impulsiona negócios, troca de conhecimento técnico e tendências do setor

Evento contará com 250 empresas expositoras e será sede de congressos técnicos promovidos pelas associações parceiras ABRA, CBNA, SBOG e UBRABIO

De 12 a 14 de maio, das 11h às 19h, no Distrito Anhembi, em São Paulo, será realizada a Fenagra – Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food, Tecnologia e Processamento. O evento é o maior encontro da agroindústria Feed & Food na América Latina, reunindo os principais players dos setores de Pet Food, Nutrição Animal, Graxarias, Biodiesel, Óleos e Gorduras.

Além da feira de negócios, a Fenagra será palco de congressos e seminários técnicos promovidos por associações representativas do setor. São elas: ABRA (Associação Brasileira de Reciclagem), CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), SBOG (Sociedade Brasileira de Óleos e Gordura) e UBRABIO (União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene), o que reforça o caráter técnico e estratégico do encontro.

Em sua 19ª edição, a Fenagra contará com a participação de 250 empresas expositoras, entre nacionais e internacionais, vindas dos Estados Unidos, Rússia, Austrália, de países da Europa e da Ásia, além da América do Sul e Arábia Saudita. Ao todo, serão dois pavilhões ocupados, somando 26 mil m² de área de exposição.

“A Fenagra se consolida como um ambiente estratégico para geração de negócios, atração de investimentos, atualização profissional e ampliação de networking. A expectativa é receber aproximadamente 14 mil visitantes e congressistas, com volume de negócios que deve ultrapassar R$ 1 bilhão”, afirma Daniel Geraldes, diretor da Fenagra.

Neste ano, a programação contará com nove congressos e cerca de 200 palestrantes convidados, incluindo especialistas internacionais.

No dia 12 de maio, será realizada a 11ª edição do Diálogo Técnico – Setor de Reciclagem Animal, promovido pela ABRA – Associação Brasileira de Reciclagem Animal. Com entrada gratuita, o evento reunirá profissionais, empresas e associados para discutir os principais desafios e oportunidades do setor. A abertura será conduzida por Pedro Bittar, presidente do Conselho Diretivo da ABRA.

A programação será dividida em dois painéis. O Painel 1 – “Rumos e inovações: o futuro do setor em debate” – abordará novas possibilidades de uso das farinhas de origem animal, com base em estudos de mapeamento tecnológico. Quem lidera o painel são representantes do Instituto SENAI de Tecnologia em Alimentos e Bebidas de Goiás. Também serão apresentados o estudo “Visão 2045”, com projeções e tendências para o curto, médio e longo prazo, e os resultados de pesquisas sobre o desenvolvimento de biofertilizantes, uma iniciativa que amplia oportunidades e abre novos mercados para a reciclagem animal no Brasil.

Já o Painel 2 – “Jornada de Descarbonização das Indústrias” – será conduzido pelo SENAI SP e discutirá um dos temas mais urgentes da agenda industrial: a descarbonização. O debate trará experiências e caminhos práticos adotados pelas empresas para reduzir emissões e atender às crescentes exigências de sustentabilidade do mercado. Ambos os painéis serão seguidos de mesas redondas para aprofundamento dos debates. A ABRA também estará com estande na Fenagra, na Rua G – Estande 09. Mais informações, clique aqui.

Nos dias 13 e 14 de maio, acontecerá o III Fórum Biodiesel e Bioquerosene (SAF): Tecnologia e Inovação, promovido pela UBRABIO – União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene. O evento reunirá representantes do governo, da indústria, academia e sociedade civil para debater, de forma prática e direcionada, os próximos passos do setor. A programação se dividirá em mesas de debate e apresentação de cases da Fundação Eco+, da S&P GLOBAL e também sobre os Impactos da Nova Legislação Tributária para o Setor de Biocombustíveis.

Nesta edição, o destaque será o Mapa do Caminho para a substituição dos combustíveis fósseis e, especialmente, sobre o avanço do mercado internacional de biocombustíveis que impulsiona a demanda e eleva os padrões de rastreabilidade e desempenho ambiental. Outros temas abordados serão: Usos Alternativos do Biodiesel: maquinário, grupo gerador, transporte rodoviário e aquaviário; Complexo Biodiesel: biorrefinaria e coprodutos; Evolução tecnológica industrial do diesel e do biodiesel e Mercado Internacional de Biocombustíveis. Mais informações, clique aqui.

No dia 14 de maio, será a vez do Seminário de Processamento de Óleos e Gorduras, realizado pela SBOG – Sociedade Brasileira de Óleos e Gorduras. O encontro reunirá profissionais do Brasil e da América Latina para discutir temas atuais do setor, com foco em conhecimento técnico, experiências práticas, pesquisas de ponta e debates multidisciplinares que impactam diretamente o processamento de óleos e gorduras.

A programação inclui apresentações da CPM Crown Iron Works e DSM-Firmenich, que destacarão tecnologias sustentáveis voltadas à produção de óleos e gorduras com mais qualidade e menor impacto ambiental e das entidades ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) e ASAGA (Asociación Argentina de Grasas y Aceites). Representantes da ASAGA abordarão o uso de solventes alternativos ao hexano e estratégias para redução do consumo de solventes em plantas de extração.

A Dra. Leticia Maria Zanphorlin, do LNBR/CNPEM, apresentará avanços em biocatalisadores e plataformas microbianas para conversão de ácidos graxos em hidrocarbonetos, enfatizando o papel das biofábricas na bioeconomia e os desafios para aplicação industrial dessas tecnologias. A Profa. Dra. Adriana Pavesi Arisseto Bragotto, da FEA/UNICAMP, abordará os contaminantes no processamento de óleos e gorduras, destacando fontes de contaminação e estratégias de mitigação ao longo da cadeia produtiva, com foco em segurança química e conformidade regulatória e o Dr. Renato Grimaldi, FEA/UNICAMP, discutirá a redução de gorduras saturadas como motor de inovação no processamento de óleos vegetais, ressaltando o desafio de desenvolver produtos mais saudáveis sem comprometer desempenho industrial e vida de prateleira. Mais informações, clique aqui.

A Fenagra também será sede dos congressos promovidos pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA). São eles: o XXV Congresso CBNA PET, o IX Workshop CBNA sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e a 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos.

Mais informações sobre a Fenagra acesse: www.fenagra.com.br 

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Escalada do preço dos fertilizantes exige maior atenção do produtor à eficiência nutricional e impulsiona biossoluções

A nova escalada nos preços dos fertilizantes recolocou o custo de produção no centro das discussões. Entre janeiro e abril, a ureia, matéria-prima para nitrogenados, subiu mais de 64%, seguido pelo potássio, 17%, e fósforo, 14%, segundo dados de mercado

Fatores como crise energética, desdobramentos geopolíticos e interrupções logísticas globais, especialmente dos quelatos necessários à produção de micronutrientes, impactaram todas as cadeias de suprimento. No bolso do produtor, essa combinação explosiva resulta no aumento colossal dos gastos e causa incertezas no abastecimento de nutrientes essenciais da lavoura. “O cenário exige um novo olhar em relação à eficiência no uso de nutrientes. Na adubação convencional, por exemplo, parcelas significativas são perdidas por lixiviação, volatilização, fixação no solo e limitação na capacidade de absorção”, afirma Eli Oliveira, gerente de Desenvolvimento Técnico Comercial da Rovensa Next Brasil.

São perdas na ordem de 40 a 60% de nitrogênio, 10 a 25% de fósforo e 50 a 70% de potássio. Melhorar eficiência consiste em aumentar a produtividade sem elevar a quantidade de fertilizantes sintéticos. Para tanto, o Brasil conta com amplo portfólio de biossoluções comprovadas nas condições agronômicas mais adversas. Além do apelo sustentável, também podem levar economia às propriedades rurais, afinal poucos mililitros de um inoculante tratam hectares inteiros.

Estratégia para contornar alta dos fertilizantes
Mas não basta trocar um produto pelo outro. É preciso estratégia. A adubação foliar pode ser uma alternativa em períodos de escassez. “Uma não substitui a outra. A aplicação foliar corrige a deficiência de micronutrientes, pouco diagnosticada pelos agricultores, mantendo o vigor da cultura para aumentos de produtividade entre 5 e 15%. Hoje, existem biossoluções específicas para otimizar a assimilação também de macronutrientes”, esclarece Eli Oliveira.

O especialista refere-se a inoculantes formulados com bactérias fixadoras de nitrogênio, Bradyrhizobium e Azospirillum brasilense, como ATMO e AZZOFIX; e Pseudomonas fluorescens, solubilizadoras de fósforo (PHÓS-UP e, o mais recente no Brasil, OTIMAIS DUO, que combina de maneira sinérgica os microrganismos Azospirillum e Pseudomonas), produtos da Rovensa Next que potencializam as adubações nitrogenadas e fosfatadas.

“Para contornar as limitações de oferta e proteger a rentabilidade, as biossoluções surgem como ferramentas estratégicas fundamentais. Fertilizantes foliares e biofertilizantes atuam na correção de deficiências nutricionais, enquanto o uso de inoculantes de alta tecnologia permite alçar a produtividade sem a dependência exclusiva de fertilizantes de base”, explica Eli Oliveira. E assim como os inoculantes, existem outras técnicas adicionais.

“Os desafios atuais da agricultura exigem mais do que produtos isolados, demandam combinar eficiência, resiliência e sustentabilidade. Plantas mais resilientes produzem mais, mesmo sob estresse de seca, variações de temperaturas e desiquilíbrios nutricionais. É justamente isso que as biossoluções entregam”, conclui o gerente de Desenvolvimento Técnico Comercial da Rovensa Next no Brasil. A presença da empresa em quatro continentes garante a oferta global de produtos sem riscos de desabastecimento.

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Abril Laranja: manejo adequado no desmame de bezerros é pilar contra os maus-tratos no campo

Professora de Medicina Veterinária da Estácio alerta que o período, que exige atenção redobrada com estresse, vermifugação e controle de parasitas

O mês de abril carrega a cor laranja como um símbolo global de conscientização e prevenção contra a crueldade animal. No Brasil, o debate ganha uma camada técnica fundamental para o setor produtivo: o bem-estar animal na pecuária de corte. Coincidindo com o pico do período de desmame tradicional, que ocorre majoritariamente entre março e maio, a atenção à saúde dos bezerros torna-se um indicador direto de manejo humanizado. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), estima-se que o Brasil possua a segunda maior população de animais de produção do mundo, e a transição do aleitamento para a pastagem é o momento mais crítico da vida do animal.

Segundo dados do IBGE e da Embrapa, o desmame ocorre tipicamente quando o bezerro atinge entre 6 e 8 meses de idade. Se realizado sem o planejamento adequado, o estresse da separação pode causar perdas de até 10% no peso vivo do animal em poucos dias, além de comprometer severamente o sistema imunológico, abrindo portas para doenças oportunistas.

O desafio do desmame e o bem-estar

Para a médica veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Estácio, Nilse Oliveira, o “Abril Laranja” no campo deve ser traduzido em protocolos que minimizem o sofrimento. O desmame, quando feito de forma abrupta e sem critérios sanitários, pode ser configurado como uma falha grave de bem-estar.

“O desmame é, naturalmente, um período de estresse elevado. O animal perde o contato com a mãe e precisa se adaptar a uma nova dieta. Se não houver um manejo racional, como a desmama lado a lado ou o uso de pastagens de alta qualidade, o animal sofre física e psicologicamente. Bem-estar animal não é apenas ausência de violência, é garantir que o bezerro passe por essa transição com saúde e suporte técnico”, explica.

Parasitas e o “vazio sanitário” individual

Além do estresse comportamental, a médica veterinária sinaliza que o período de desmame coincide com a transição para o período seco, momento em que o controle de endo e ectoparasitas (vermes e carrapatos) é vital. “A queda na imunidade causada pelo estresse torna o bezerro um alvo fácil para infestações que podem levar à anemia e até à morte”, adverte.

Nesta época do ano, de acordo com Nilse, a vermifugação e o controle estratégico de carrapatos são medidas de cuidados básicos com o animal. “O carrapato causa dor, irritação e transmite doenças como a Tristeza Parasitária Bovina. Um produtor consciente, alinhado aos princípios do Abril Laranja, entende que o investimento em saúde preventiva é o que diferencia uma produção ética de uma negligente”, pontua.

Conclusão e Impacto Regional

Em estados como Goiás, onde a pecuária é um pilar da economia, a adoção de práticas de manejo racional reflete diretamente na valorização do produto final e na sustentabilidade do setor. “A educação continuada de pecuaristas e acadêmicos é o caminho para que os índices de produtividade caminhem lado a lado com o respeito à vida animal”, finaliza.

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