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Tereos prorroga inscrições para Programa Jovens Talentos

Prazo ampliado dá mais uma chance para universitários garantirem vaga em um dos principais programas de estágio do setor sucroenergético

A Tereos, uma das líderes globais nos mercados de açúcar, etanol, energia e amidos, ampliou o prazo de inscrições para o programa de estágio Jovens Talentos. Agora, estudantes universitários têm até o dia 14 de maio para se candidatar a uma das mais de 100 vagas oferecidas pela companhia.

As oportunidades estão distribuídas entre as unidades da empresa em Tanabi (SP), São José do Rio Preto (SP), Guaraci (SP), Olímpia (SP), Colina (SP), Guaíra (SP), Palmital (SP) e no Centro Logístico no Rio de Janeiro (RJ).

Voltado a alunos a partir do terceiro semestre de cursos como Engenharias, Administração, Direito, Comunicação, Economia, Marketing, Tecnologia, entre outros, o programa tem início em agosto, com duração inicial de 11 meses e possibilidade de renovação, conforme o período acadêmico. Ao longo da jornada, os participantes passam por uma trilha estruturada de desenvolvimento e executam um projeto prático alinhado à área de atuação.

O programa oferece bolsa-auxílio compatível com o mercado, além de benefícios como vale-alimentação, vale-refeição ou refeitório (dependendo da unidade), transporte ou fretado e assistência odontológica. O processo seletivo inclui etapas online e entrevistas.

As inscrições devem ser realizadas até 14 de maio pelo link:
https://tereos.across.jobs/.

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Produtividade no campo impacta perspectivas para próxima safra no Norte e Nordeste do país

Com margens apertadas, investimento em sementes com altos níveis de vigor e germinação pode ser fundamental para garantir a rentabilidade das lavouras

À medida que o Brasil caminha para o início do ciclo agrícola 2025/26, o foco de produtores, pesquisadores e indústria está voltado para um dos maiores desafios do agronegócio: elevar a produtividade mesmo diante de oscilações climáticas e desafios logísticos. Para a próxima safra, estudos apontam uma redução, estimada em 1,8% (ou menos 6,3 milhões de toneladas), frente a 2025, com projeção de uma produção de 339,8 milhões de toneladas de grãos. Assim, o próximo ciclo agrícola começa em um contexto de preços voláteis e desafios climáticos que ainda pressionam a produtividade em diferentes regiões do Brasil e reforçam a importância de insumos robustos que aumentem as chances de sucesso no campo.

A adoção de sementes com elevado vigor e alto potencial genético é apontada por técnicos como estratégia essencial para esse resultado. Estudos oficiais do Ministério da Agricultura já indicaram que sementes de alta qualidade podem elevar a produtividade de soja entre 10% e 15%, graças a atributos como alta germinação, e maior resistência a pragas e estresses ambientais. É por isso que mais de 90% do portfólio da Boa Safra para o Norte e Nordeste do país conta com TSI (Tratamento de Sementes Industrial). “Mais do que um processo técnico, o TSI é um investimento de precisão para proteger o potencial produtivo desde o início da safra”, afirma Luciano Cavalcante, gerente Comercial da Regional Norte da empresa que é líder na produção de sementes no Brasil.

Segundo dados do IBGE, a safra de grãos no Norte e Nordeste atingiu aproximadamente 50 milhões de toneladas em 2025, cerca de 16% da produção brasileira. Em todo país, a produção foi de 346,1 milhões de toneladas, um recorde na série histórica, iniciada em 1975. O número é o dobro do registrado em 2012. A área plantada, porém, não cresceu na mesma velocidade, variando apenas 66,8% no mesmo período. Isso se deve ao aumento da produtividade nos campos brasileiros.

A Boa Safra possui uma carteira que alinha variedade regional e alta tecnologia, oferecendo aos cultivos dos estados da região 41 tipos de sementes de soja e oito de trigo, além de híbridos BS005 e BS007 para o Maranhão, Tocantins, Pará e Piauí. Em comum, todas foram desenvolvidas com avançados processos de controle de qualidade, que envolvem testes de germinação, vigor, emergência em canteiro e análises com inteligência artificial. Tudo para garantir performance acima da média de mercado e uniformidade no estande de plantas. Como resultado, os últimos índices de vigor e germinação média das sementes chegaram a 89% e 94%, respectivamente.

“A Boa Safra sempre foi comprometida com a excelência, fornecendo sementes de alto padrão que são sinônimo de vigor e germinação superior entre os agricultores. E isso tem impacto direto na produtividade. Investimos em tecnologia e controles de qualidade rigorosos para assegurar que cada semente entregue contribua ao máximo para o sucesso das lavouras”, completa o gerente. A empresa ainda trabalha com sementes de feijão, milho, forrageiras, sorgo e arroz.

Estrutura e proximidade com produtor ganham peso nas decisões dos produtores

Além de sementes de alto desempenho, a estrutura oferecida aos produtores também é relevante na hora de decidir os insumos para o próximo plantio. Foi o que levou a Boa Safra a oferecer um serviço completo de armazenagem para sementes, com infraestrutura refrigerada, tecnologia de ponta e operação especializada. São mais de 123.000 m² de câmaras frias, localizadas estrategicamente em importantes polos produtores do país, com temperatura e umidade controlada 24h, garantindo as condições ideais para manter o vigor e a germinação de cada cultura. O Norte e Nordeste contam com unidades em Jaborandi (BA), Balsas (MA) e Paraíso (TO).

“Com a perspectiva de uma safra que pode ser marcada por desafios climáticos e maior exigência por eficiência, os produtores do Norte e Nordeste precisam de sementes de alta qualidade para garantir o melhor rendimento possível à sua lavoura. Investir em matéria-prima de ponta passou de diferencial competitivo para uma condição quase mandatória para garantir rentabilidade e sustentabilidade no campo”, finaliza Luciano.

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Mercado Pet Food é destaque na Fenagra 2026

Grande parte dos expositores da feira representa o segmento Pet Food; evento também sediará congressos técnicos com foco em sustentabilidade e inovação na nutrição animal

O mercado de Pet Food no Brasil segue como um dos principais motores da cadeia Pet e estará em evidência na Fenagra – Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food, Tecnologia e Processamento, que acontece de 12 a 14 de maio, das 11h às 19h, no Distrito Anhembi.

Dados da Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação) indicam que o setor Pet brasileiro cresceu 3,45% em 2025, alcançando faturamento de R$ 77,96 bilhões. Desse total, a categoria Pet Food se consolida como o principal pilar da cadeia, concentrando 53,1% da receita (R$ 41,42 bilhões), além de manter uma produção anual de cerca de 4 milhões de toneladas, com potencial de expansão para mais de 9 milhões.

Em sua 19ª edição, a Fenagra reunirá cerca de 250 expositores, entre empresas nacionais e representantes internacionais dos Estados Unidos, da Rússia, da Austrália, além de países da Europa, Ásia, América do Sul e Arábia Saudita. A expectativa é atrair aproximadamente 14 mil visitantes e congressistas, com volume de negócios superior a R$ 1 bilhão.

“Grande parte dos expositores representa o segmento de Pet Food e Nutrição Animal, incluindo Animal Feed (aves, suínos e bovinos) e Aqua Feed. São fornecedores de insumos, matérias-primas, soluções tecnológicas, maquinários e equipamentos para laboratório”, destaca Daniel Geraldes.

Entre os expositores também estão importantes players de rações como Nestlé PURINA® e Royal Canin®. Pelo segundo ano consecutivo, a Nestlé PURINA® participa da Fenagra, como parte do movimento de retomar o foco no canal especializado.

“O evento é uma oportunidade estratégica para fortalecer o relacionamento com clientes, parceiros e especialistas do setor. Para esta edição, apresentaremos novidades no portfólio de Purina Pro Plan, nossa principal marca e referência em nutrição baseada em ciência. Recentemente, a linha passou por uma ampla renovação e expansão”, destaca Rodrigo Maingue, diretor executivo de Purina no Brasil.

Segundo Rodrigo, o mercado brasileiro de Pet Food tem apresentado evolução consistente nos últimos anos, impulsionado por consumidores cada vez mais atentos à qualidade, à saudabilidade e aos benefícios nutricionais dos alimentos para seus pets. “As expectativas são de continuidade na expansão e profissionalização do setor, sustentadas por inovação, diferenciação de portfólio e maior conscientização dos tutores em relação à nutrição e ao bem-estar animal”, completa.

Congressos e seminários

Paralelamente à feira serão realizados os tradicionais congressos técnicos, organizados por associações representativas do setor. São elas: ABRA (Associação Brasileira de Reciclagem), CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), SBOG (Sociedade Brasileira de Óleos e Gordura) e UBRABIO (União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene). A ação reforça o papel da Fenagra como plataforma de negócios, atualização profissional e desenvolvimento da agroindústria.

A programação deste ano inclui o XXV Congresso CBNA PET, o IX Workshop CBNA sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e a 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, realizados pelo CBNA – Colégio Brasileiro de Nutrição Animal.

Também integram a agenda o III Fórum Biodiesel e Bioquerosene (SAF): Tecnologia e Inovação, promovido pela UBRABIO – União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene; o 11º Diálogo Técnico do Setor de Reciclagem Animal, organizado pela ABRA – Associação Brasileira de Reciclagem Animal e o Seminário de Processamento de Óleos e Gorduras, realizado pela SBOG – Sociedade Brasileira de Óleos e Gorduras.

Desde o ano passado, a organização da Fenagra passou a ser conduzida por meio da parceria IEG Brasil e Editora Stilo, iniciativa que fortalece a estrutura do evento, amplia sua capacidade operacional e impulsiona sua projeção internacional.

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Nanotecnologia avança no agro e coloca a regulação no centro do debate científico

Crescimento acelerado dos nanopesticidas amplia a demanda por critérios específicos de avaliação de risco e marcos regulatórios atualizados

A aplicação de nanotecnologia na agricultura tem ganhado ritmo acelerado, impulsionada por uma demanda global por maior eficiência e sustentabilidade. Segundo a Data Bridge Market Research, o mercado global de nanotecnologia agrícola — que inclui nanopesticidas — foi avaliado em cerca de US$ 398,5 bilhões em 2024 e pode chegar a quase US$ 966 bilhões até 2032, crescendo a um ritmo anual médio de aproximadamente 11,7% entre 2025 e 2032. Dentro desse universo de tecnologias inovadoras, estimativas apontam que nanopesticidas representem cerca de 28,6% do mercado total em 2025, refletindo o interesse por soluções mais precisas e de menor impacto ambiental.

Nesse cenário, o avanço da nanotecnologia aplicada à agricultura abre caminho para uma nova geração de defensivos mais eficientes e potencialmente menos agressivos ao meio ambiente, mas junto com a inovação vêm desafios importantes, especialmente no campo da regulação e da avaliação de riscos.É isso que discute o artigo “Regulatory Aspects and Risk Assessment of Nanoplatforms for Agricultural Uses”, que analisa os aspectos regulatórios e científicos envolvidos no desenvolvimento de nanopesticidas para uso agrícola.

O estudo aborda a criação de nanoplataformas sustentáveis, desenvolvidas com o objetivo de reduzir impactos ambientais, otimizar a aplicação de insumos e promover práticas agrícolas mais ecológicas. Diferentemente dos pesticidas convencionais, os nanopesticidas utilizam estruturas em escala nanométrica que permitem maior controle da liberação dos ingredientes ativos, aumentando a eficiência e diminuindo perdas no solo, na água e no ar.

No entanto, os autores alertam que essa sofisticação tecnológica exige novos olhares sobre segurança ambiental e saúde humana. O artigo discute os riscos associados à ecotoxicidade dessas nanopartículas, seus possíveis efeitos sobre a biodiversidade e as incertezas relacionadas à exposição humana, reforçando a necessidade de estudos robustos e de longo prazo.

Um dos pontos centrais do trabalho é a complexidade regulatória que envolve os nanopesticidas. As legislações atuais, em grande parte, foram pensadas para produtos químicos tradicionais e nem sempre conseguem abarcar as especificidades das nanoplataformas. Segundo o artigo, há uma lacuna regulatória significativa, o que torna urgente a criação de diretrizes claras, metodologias específicas de avaliação e critérios adaptados à nanotecnologia.

No campo da avaliação de riscos, os pesquisadores destacam a importância de relatórios científicos rigorosos, dados confiáveis e padronização de testes, fundamentais para garantir tanto a segurança quanto a eficácia dessas novas tecnologias. O estudo também aponta a priorização e o reaproveitamento de dados já existentes como estratégias-chave para acelerar processos regulatórios, reduzir custos e evitar a repetição desnecessária de testes, sem comprometer a segurança.

O artigo é assinado por Vanessa Takeshita, Jéssica de Souza Rodrigues, Estefânia Vangelie Ramos Campos, Gustavo Vinícius Munhoz-Garcia, Jhones Luiz de Oliveira, Felipe Franco de Oliveira, Giovanna Moura Silva e Leonardo Fernandes Fraceto. Entre os autores, há pesquisadores vinculados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro), com destaque para o coordenador do instituto, Leonardo Fernandes Fraceto, referência internacional na área.

Para Fraceto, o avanço da nanotecnologia no campo precisa caminhar lado a lado com a responsabilidade científica e regulatória. “A nanotecnologia tem um enorme potencial para transformar a agricultura em uma atividade mais sustentável, mas isso só será possível se houver critérios claros de avaliação de risco e uma regulação alinhada com a complexidade desses materiais. Inovação e segurança precisam avançar juntas”, conclui o pesquisador.

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