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MTech Systems inaugura novo escritório em Blumenau e reforça operação no agronegócio brasileiro

MTech Systems inaugura novo escritório em Blumenau e reforça operação no agronegócio brasileiro

Empresa global com sede em Atlanta (USA) com mais de 30 anos de atuação e que integra o grupo sueco Munters, é referência em soluções para gestão da produção animal. Ampliação reforça presença tanto no polo tecnológico de Santa Catarina quanto na proximidade com agroindústrias da América Latina

A MTech Systems, presente em Blumenau (SC) desde 2013, líder em tecnologia para a indústria avícola, inaugurou oficialmente no dia 5 de março sua nova sede na cidade. A estrutura engloba a representação da marca, que é especializada no desenvolvimento de softwares e soluções para gestão e otimização da produção animal, e dá um passo estratégico ao ampliar sua presença em um dos principais polos tecnológicos do país, reforçando a proximidade com clientes do agronegócio, especialmente agroindústrias.

Com mais de 400 metros quadrados, a nova sede da subsidiária latina foi projetada para oferecer um ambiente moderno, colaborativo, com tecnologia de ponta, garantindo o bem-estar da equipe e alinhado com padrões internacionais de segurança. O espaço também foi preparado para sustentar o crescimento da operação no Brasil e na América Latina. Atualmente, a subsidiária da MTech conta com mais de 50 colaboradores, focados nas áreas consultoria, relacionamento com clientes, suporte, vendas e administrativo e já está com vagas abertas para ampliar a equipe, com a projeção de contratar pelo menos mais 10 profissionais nos próximos meses. As oportunidades e informações para candidatura estão disponíveis no site oficial da empresa.

“A escolha de Blumenau como base estratégica vai além da infraestrutura. A cidade é reconhecida como um dos principais ecossistemas de tecnologia do Brasil, com forte conexão com inovação e desenvolvimento de software. Além disso, a localização facilita o relacionamento com grandes agroindústrias da região Sul, onde se concentra uma parcela significativa da produção nacional de proteína animal”, destaca Mariane Acordi, diretora executiva da MTech América Latina.

Liderança no fornecimento de tecnologia para produção aviária
Especializada em soluções tecnológicas para a cadeia produtiva de proteínas, a MTech atende hoje mais de 70% da produção de frango do Brasil e cerca de 65% da produção da América Latina. Seus sistemas oferecem inteligência de dados, otimização da cadeia de produção, rastreabilidade, controle de desempenho zootécnico, e suporte à tomada de decisão, contribuindo para maior eficiência operacional, redução de perdas, bem-estar animal e aumento de produtividade.

Com meta de crescer na América Latina  mais 10% em market share em 2026, a empresa também avança na expansão para novos segmentos, como suínos, ovos comerciais, bovinos  e peixes, ampliando seu portfólio e fortalecendo sua atuação no agronegócio global.

“A inauguração da nova sede em Blumenau representa mais do que uma mudança física. É uma forma de estarmos ainda mais próximos dos nossos clientes e talentos, em uma região que respira tecnologia e agronegócio. Nosso objetivo é continuar entregando inovação com foco em eficiência, sustentabilidade e competitividade para a produção animal”, afirma Mariane.

O grupo sueco Munters, do qual a marca faz parte, é referência global em soluções de controle de clima e tratamento de ar para aplicações industriais e agropecuárias. Com presença global e forte atuação em sustentabilidade e eficiência energética, o grupo reforça a solidez e a capacidade de inovação da operação brasileira.

Mais informações em https://mtechsystems.io/br/

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CNJ endurece regras da recuperação judicial no agronegócio e amplia exigências para produtores

Maior rigor na apresentação de documentos comprobatórios da atividade rural tem o objetivo de evitar o uso indevido do instrumento jurídico criado para renegociar dívidas

O aumento expressivo dos pedidos de renegociação de dívidas nos últimos anos levou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a criar novas diretrizes para a recuperação judicial no setor do agronegócio. Trata-se do Provimento nº 216/2026, em vigor desde março, que impõe critérios mais rigorosos para produtores rurais que buscam reorganizar suas finanças na Justiça. A norma foi criada para reduzir os riscos de fraudes, padronizar decisões e fortalecer a segurança jurídica no segmento.

O CNJ considerou que entre 2023 e 2024 houve crescimento recorde nas solicitações de recuperação judicial e esse maior volume de pedidos acendeu o alerta sobre o uso indiscriminado desse instrumento jurídico. O principal objetivo em criar novas regras é garantir que apenas produtores com atividade comprovada e condições reais de recuperação tenham acesso à recuperação judicial, como forma de equilibrar a relação entre devedores e credores e evitar impactos negativos no crédito rural.

A partir de agora, os produtores terão de apresentar documentos consistentes para comprovação da atividade, como declarações de imposto de renda, registros contábeis e o Livro Caixa Digital. A norma também prevê que o Juiz, ao analisar o pedido, determine vistorias técnicas para verificar a veracidade das informações e a efetiva operação da propriedade antes mesmo de autorizar a recuperação judicial.

Rafael Brasil, advogado especialista em recuperação judicial, avalia que o Provimento 216 não visa barrar as recuperações judiciais no agronegócio, “As novas regras determinam que a recuperação judicial tenha mais critério na análise para o deferimento do pedido, especialmente porque os magistrados e magistradas não contam com muitos recursos, muitas ferramentas para saber realmente se aquele produtor rural que tá fazendo o pedido de recuperação judicial tem direito ou não, ou se ele está produzindo ou não”, pontua.

Segundo Rafael Brasil, o CNJ formalizou práticas que já vinham sendo adotadas e, ao mesmo tempo, ampliou a margem de análise dos juízes, oferecendo mais condições para uma avaliação mais precisa dos casos. “Basicamente ele traz a figura do perito, que é pessoa que vai fazer uma perícia prévia, uma constatação prévia. Então, esse perito será nomeado pelo juiz para ir até a fazenda para ver se a fazenda está realmente produzindo, se toda a documentação está em ordem. Além disso, ele irá constatar qual é a real situação da safra e verificar se realmente aquele produtor rural tem direito ao pedido ou não”, explica.

Para o especialista, o Provimento 216 também tenta resolver pontos de dúvida que vinham gerando interpretações diferentes na Justiça. “Ele estabelece que o profissional responsável pela perícia prévia não pode ser nomeado administrador judicial no mesmo caso. Antes, havia dúvidas sobre essa possibilidade, pois parte dos juízes entendia que o perito poderia assumir a função de administrador judicial após emitir o laudo de constatação prévia, enquanto outra parte era contra essa dupla função. Com a nova regra, esse entendimento fica unificado, garantindo que quem elaborar a perícia não atue posteriormente como administrador no mesmo processo”, acrescenta.

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Lançamentos na Agrishow 2026: solução apresenta implemento inédito para pimenta-do-reino e nova plataforma para colheita de feijão

Os equipamentos da MIAC respondem à busca por eficiência produtiva, qualidade do grão colhido e ampliam o acesso à mecanização entre produtores de pequeno, médio e grande porte

Ribeirão Preto, 27 de abril de 2026 – A MIAC, empresa da Indústrias Colombo, apresenta, em primeira mão, dois implementos agrícolas durante a Agrishow 2026, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina. Em sua 31ª edição, a feira será realizada entre os dias 27 de abril e 1º de maio de 2026, das 8h às 18h, em Ribeirão Preto. A expectativa é de que o evento receba mais de 197 mil visitantes, vindos de todo o Brasil e de mais de 50 países, de acordo com os organizadores.

Durante o evento, a MIAC estará presente no estande E10 da Indústrias Colombo, onde apresenta suas novidades voltadas à mecanização da colheita, com foco em ganhos operacionais em diferentes sistemas produtivos. Entre os lançamentos estão a plataforma de corte/enleiramento Winflex Draper CW14, desenvolvida para a cultura do feijão, e a BP Master, destinada à colheita de pimenta-do-reino.

Os equipamentos refletem a ampliação das soluções da empresa em culturas que enfrentam desafios relacionados à eficiência de colheita, à disponibilidade de mão de obra e à qualidade do produto colhido.

No caso do feijão, a MIAC introduz uma plataforma de corte/enleiramento compacta, projetada para atender principalmente áreas menores ou com terrenos irregulares e trazer mais qualidade para o grão colhido. O equipamento opera acoplado a colhedoras automotrizes e realiza o corte e enleiramento das plantas, deixando o produto ceifado dispostos em leiras mais estreitas, facilitando a sua secagem e promovendo a antecipação do momento da trilha.

“A proposta da nova plataforma Winflex Draper CW14 é oferecer uma solução alinhada à realidade do produtor de feijão, principalmente em áreas com limitações sejam em bordaduras e/ou sobre curvas de níveis. A redução do tamanho permite maior controle e qualidade da operação e melhora o desempenho da colheita lavoura”, afirma Joel Backes, diretor Comercial da MIAC – Indústrias Colombo.

Com largura de trabalho de 4,20 metros e estrutura reduzida em relação às plataformas tradicionais, que podem ultrapassar 15 metros, o equipamento busca ampliar a precisão do corte e reduzir perdas durante a operação, proporcionando melhor qualidade ao grão colhido. A solução foi desenvolvida para acompanhar o relevo das áreas cultivadas por meio de sensores de copiamento de solo, permitindo maior proximidade do corte em relação ao solo.

“O objetivo com o novo implemento é ampliar o acesso à mecanização entre produtores de grande, pequeno e médio porte”, complementa Backes.

Solução inédita para pimenta-do-reino

Com mais de 50 anos de história, a MIAC, referência em soluções para colheita mecanizada de culturas de nicho como amendoim, feijão e café, expande sua atuação e portfólio ao lançar a Recolhedora Trilhadora de Pimenta BP Master, equipamento desenvolvido para a colheita da pimenta-do-reino e inédito no mundo.

O Brasil está entre os principais produtores de pimenta-do-reino, ocupando a segunda posição no ranking global, com um volume próximo de 125 mil toneladas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A produção está concentrada principalmente nos estados do Espírito Santo e do Pará, que juntos respondem por mais de 90% da safra nacional, com áreas também relevantes na Bahia. Grande parte desse volume é destinada à exportação, atendendo, sobretudo, à forte demanda de mercados asiáticos e europeus. Nesse cenário, a especiaria vem ganhando espaço como alternativa estratégica de diversificação nas propriedades rurais, especialmente em regiões já consolidadas na produção de café conilon.

“A pimenta-do-reino ainda depende fortemente de trabalho manual, e a escassez de mão de obra tem sido um desafio crescente para os produtores. O novo implemento surgiu da observação direta dessa necessidade e busca oferecer uma alternativa mecanizada que facilite a colheita de uma cultura em plena expansão”, explica Backes.

A BP Master foi desenvolvida para operar acoplada ao trator, com acionamento pela tomada de potência (TdP). Seu funcionamento requer duas válvulas de controle remoto, responsáveis por acionar o motor e os cilindros hidráulicos.

O implemento dispõe de sistema de alimentação contínua por lona, aliado a um conjunto de conjunto de trilha através de cilindro + peneiras de limpeza e elevador de canecas plásticas, proporcionando uma separação eficiente e preservando a integridade dos grãos. O implemento é indicado para pequenas áreas e operações de maior escala, reunindo estrutura robusta e de fácil operação, diminuindo custos de produção e otimizando trabalho no campo com redução de mão de obra.

Projetada para facilitar o dia a dia no campo, a máquina conta com manutenção simplificada, graças ao fácil acesso aos componentes e à agilidade na regulagem. Possui ainda pulmão de ensaque, que organiza o fluxo de descarga. Suas dimensões são de aproximadamente 3,2 metros de altura, 3,8 metros de comprimento e 3,5 metros de largura. O modelo já está disponível para venda no Brasil e no exterior.

Para saber mais sobre a MIAC e suas soluções para o campo, acesse www.miac.com.br.

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Tereos abre inscrições para o Programa Jovem Aprendiz

Iniciativa une formação técnica e experiência prática para jovens que desejam iniciar carreira no agronegócio

Olímpia, abril de 2026 – A Tereos, uma das líderes globais nos mercados de açúcar, etanol, energia e amidos, está com inscrições abertas para o Programa Aprendiz SENAI 2026 nas usinas São José e Vertente. Voltada a jovens entre 18 e 22 anos, que estejam cursando ou já tenham concluído o ensino médio, a iniciativa oferece formação em Mecânica Agrícola e Veículos Pesados em parceria com o SENAI, aliando capacitação técnica à vivência prática no ambiente industrial.

O programa foi desenvolvido para formar novos profissionais para o setor agroindustrial, reforçando a importância da formação técnica em um segmento que demanda cada vez mais qualificação, conhecimento operacional e preparo para os desafios do mercado de trabalho. Ao unir conteúdo profissionalizante à experiência prática nas unidades, a iniciativa amplia as possibilidades de inserção dos jovens no agro e contribui diretamente para a inserção qualificada dos jovens no mercado de trabalho.

“As atividades do Programa Aprendiz SENAI foram estruturadas para proporcionar aos jovens uma formação sólida, conectada às necessidades reais da operação e às oportunidades do setor. Ao combinar teoria e prática, conseguimos acelerar o desenvolvimento técnico e preparar esses talentos para ingressar no mercado de trabalho com mais segurança e experiência”, comenta Rui Carvalho, Diretor de Recursos Humanos da Tereos.

A rotina dos aprendizes será presencial, de segunda a sexta-feira, das 7h00 às 15h20, permitindo uma imersão no dia a dia das usinas e uma vivência concreta da atuação industrial. Ao longo do programa, os participantes terão acesso a cursos profissionalizantes do SENAI, experiências práticas, desenvolvimento técnico e preparação para o mercado de trabalho.

Na Usina São José, podem se candidatar jovens residentes em Colina, Barretos, Jaborandi, Severínia ou Cajobi. As inscrições devem ser feitas via WhatsApp, pelo número (17) 99631-0318.

Já na Usina Vertente, podem ser inscrever jovens moradores de Severínia, Guaraci, Altair, Icém ou Fronteira (MG). As inscrições devem ser realizadas via WhatsApp, pelo número (17) 99732-7390.
As inscrições vão até 31 de maio de 2026.

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