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Agentes de IA generativa reduzem em 60% o tempo de resolução de incidentes de TI em grandes empresas latino-americanas

Imagem: Freepik
A plataforma BMC Helix, reconhecida como líder em ServiceOps, já beneficia setores como telecom, finanças e saúde com automação preditiva, economia de milhões e ganhos expressivos de produtividade
A transformação digital na América Latina ganha um novo capítulo com a adoção em escala de agentes de IA generativa capazes de antecipar falhas, resolver problemas automaticamente e redefinir a operação de departamentos de TI. Dados da BMC Helix, líder global em soluções de software para TI corporativa, revelam que empresas da América Latina já alcançam redução de até 60% no tempo médio para resolução de incidentes (MTTR), cortes de 37% no volume de chamados ao service desk e economia de US$ 1 milhão anuais em custos de infraestrutura.
Esses resultados são impulsionados pela plataforma BMC Helix, que unifica gestão de serviços (ITSM) e operações de TI (ITOM) em uma abordagem aberta e modular, alimentada por uma frota de agentes de IA especializados. A solução permite que equipes técnicas foquem em projetos estratégicos, enquanto a IA atua de forma autônoma na triagem, diagnóstico e correção de problemas comuns.
“A diferença entre uma empresa eficiente e uma que fica para trás está na capacidade de automatizar processos, tomar decisões baseadas em dados e escalar sem comprometer a experiência do usuário. Com o BMC Helix, companhias dos setores de finanças, telecomunicações, energia e saúde conseguem antecipar incidentes, reduzir tempos de resposta e otimizar recursos de TI de forma mensurável”, afirma Patricio Pérez Colmegna, vice-presidente de Área para a América Latina da BMC.
Casos concretos da empresa, demonstram o impacto de suas soluções. A Vodafone, por exemplo, reduziu em 37% a carga de chamados no service desk. Já a Ericsson aumentou a produtividade das equipes em mais de 50%. Em outro caso, o banco Prosperity Bank alcançou 100% de visibilidade sobre seu ambiente de TI, enquanto a DNV implementou serviços automatizados 24 horas por dia, sete dias por semana.
Além da eficiência operacional, a plataforma oferece economia direta de custos. A NICE CXone, por exemplo, economiza US$ 1 milhão por ano em hardware e licenças de software após a migração para o BMC Helix. A própria BMC, utilizando a solução internamente, preveniu 64% das interrupções potenciais e realizou mais de mil remedições automatizadas em um único mês.
 O reconhecimento do mercado consolida a posição da BMC Helix. A Forrester nomeou a plataforma como Líder no relatório “The Forrester Wave™: Enterprise Service Management Platforms”, com as maiores pontuações em 17 de 22 critérios, incluindo visão, roteiro e desenvolvimento de IA agente. O Gartner também a destacou como Líder no Magic Quadrant™ para ITSM.
Com suporte em português e espanhol e parcerias com integradores locais, a BMC Helix reforça seu compromisso com a transformação digital na América Latina, oferecendo uma plataforma que não só responde a incidentes, mas os prevê, aprendendo continuamente com o ambiente de TI para tornar as operações cada vez mais resilientes, seguras e orientadas para o negócio.
 

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Imagem: Freepik
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Negócios externos somaram US$ 3,389 bilhões, 13,85% acima do ano anterior. Resultado foi puxado pelo aumento de 23% do volume embarcado. Março de 2026 – O Brasil alcançou, em 2025, o maior valor já registrado em divisas com exportações de tabaco. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), o setor somou US$ 3,389 bilhões, resultado 13,85% superior ao obtido em 2024 (US$ 2,977 bilhões). O desempenho supera, inclusive, o recorde anterior, de 2012, quando as exportações haviam gerado US$ 3,272 bilhões. O crescimento da receita foi impulsionado, principalmente, pelo forte aumento do volume embarcado. Em 2025, o Brasil exportou 561.052 toneladas de tabaco para 121 países, volume 23,23% superior ao registrado em 2024 (455.221 toneladas). A diferença entre o avanço do volume (+23,23%) e o crescimento da receita (+13,85%) é explicada pela redução do preço médio por tonelada. Em 2024, o valor médio foi de aproximadamente US$ 6.540 por tonelada, enquanto em 2025 ficou em torno de US$ 6.040 por tonelada, uma queda estimada de 7,6%. “Os números mostram um crescimento muito consistente das exportações em 2025, impulsionado principalmente pelo aumento expressivo de volume. Por outro lado, o preço médio por tonelada apresentou redução em relação a 2024, o que explica o fato de a receita ter crescido em ritmo inferior ao volume embarcado. Vendemos mais, porém a um valor médio menor”, avalia o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing. De acordo com o dirigente, o desempenho reafirma a posição do Brasil como maior exportador mundial de tabaco. “Nos últimos cinco anos, temos mantido uma média anual de embarques em torno de 515 mil toneladas e cerca de US$ 2,6 bilhões em divisas. Essa estabilidade está diretamente ligada ao nosso Sistema Integrado de Produção de Tabaco”, destaca. O Sistema Integrado é amparado pela Lei da Integração, que rege os contratos entre indústria e produtores, definindo volumes, tipo de tabaco a ser produzido e orientações técnicas de manejo. “A integração permite alinhar o plantio às demandas globais, tanto em quantidade quanto em qualidade de produto, o que nos diferencia como fornecedor mundial. O Brasil é o maior exportador mundial desde 1993 e temos um futuro promissor, desde que mantenhamos o Sistema Integrado fortalecido”, conclui o presidente do SindiTabaco. Destinos do tabaco brasileiro Em 2025, a Europa manteve-se como principal destino do tabaco brasileiro, respondendo por 41% do valor exportado. O Extremo Oriente representou 36% dos embarques, seguido por África/Oriente Médio (8%), América do Norte (6%), América Latina (6%) e Leste Europeu (3%). Entre os principais países importadores estão Bélgica, China e Indonésia. Principais países importadores 2025 1º Bélgica (US$ 733,4 milhões) 2° China (US$ 576,5 milhões) 3° Indonésia (US$ 280,4 milhões) 4° Estados Unidos (US$ 195,3 milhões) 5° Vietnã (US$ 148,7 milhões) 6° Emirados Árabes Unidos (US$ 139,4 milhões) 7° Turquia (US$ 123 milhões) Sul do Brasil responde por 98% das exportações Na Região Sul do Brasil, que concentra 96% da produção brasileira de tabaco, as exportações de tabaco em 2025 foram de US$ 3,315 bilhões, superando o ano de 2024 em 14,91%. Do total das divisas do ano passado, 98% é oriundo da Região Sul. Os embarques nos portos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná foram de 555.222 toneladas, 24,34% superiores ao ano anterior
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